Durante o feriado de 1º de maio, aproveitamos nossa estadia em Paris para fazer um bate e volta a Giverny e conhecer a Casa-Museu e os Jardins de Claude Monet. Como a previsão para a sexta-feira era de sol, decidimos que seria o dia perfeito para explorar esse destino que estava na nossa lista há tempos.
Ingressos e Transporte para Giverny
Para evitar imprevistos, compramos os ingressos antecipadamente no site oficial do museu (€12 por pessoa), já que em determinadas épocas do ano eles costumam esgotar rapidamente. Vale salientar que a Casa-Museu e os Jardins só estão abertos para visitação entre abril e novembro.
Na manhã da visita, saímos cedo e fomos até a estação Saint-Lazare, onde compramos, nas máquinas de autoatendimento, o bilhete do trem regional para Vernon-Giverny (€17,20 por pessoa, só ida). A viagem durou pouco mais de uma hora e, apesar da presença de muitos turistas, o trem estava tranquilo. A paisagem vai ficando bucólica, certa hora os trilhos margeiam um quase selvagem Rio Sena, a tumultuada Paris, definitivamente fica para trás.
Ao chegarmos na estação de Vernon-Giverny, seguimos as placas indicativas até o ponto onde partem os ônibus de traslado para a Casa de Monet, um dos pontos turísticos mais famosos da região. Essa parte foi um pouco desorganizada, confesso. As filas estavam longas e sem orientação, os próprios motoristas vendiam os bilhetes do shuttle (€10 por pessoa, ida e volta), o que, acredito, gerou certa lentidão na dinâmica. No entanto, depois de um tempo de espera, conseguimos embarcar em um dos ônibus de traslado e seguir viagem até a entrada dos Jardins de Monet.
Visitando os Jardins e a Casa-Museu de Claude Monet
Como já era primavera em Giverny, os jardins estavam floridos e impecavelmente bem cuidados. A sensação era de estar caminhando por uma pintura impressionista, cercados pelas cores que inspiraram Claude Monet em suas obras.
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No entanto, o local estava bastante movimentado – turistas, moradores locais e até excursões escolares lotavam os jardins. Pelo visto, muitos tiveram a mesma ideia de aproveitar a sexta-feira ensolarada para conhecer esse destino no interior da França. Apesar da quantidade de visitantes, a beleza do lugar compensou qualquer possível desconforto com a lotação.
O emblemático jardim de Giverny, que serviu de inspiração para inúmeras obras de Claude Monet, possui fortes influências japonesas. Esse toque oriental é evidente na presença da ponte ao estilo nipônico, nos bosques de bambu e na integração harmoniosa da água com a paisagem.
Uma curiosidade: Monet era fascinado pelo reflexo das nuvens, plantas e flores no espelho d’água, e essa admiração deu origem à sua icônica série de pinturas "Nymphéas" (Nenúfares). Inspirada no lago do jardim, essa coleção conta com cerca de 250 obras, atualmente espalhadas por museus ao redor do mundo.
Seguindo as placas indicativas para "Maison" (Casa), fomos conduzidos até a entrada da residência onde viveu Claude Monet por 43 anos (1883-1926). Devido à limitação de visitantes no interior da casa, formou-se mais uma fila de espera. No entanto, o ambiente é tão agradável que o tempo de espera passa quase despercebido, rodeados por turistas do mundo todo ansiosos para conhecer esse lugar histórico.
Ao entrarmos, começamos a visita pela sala principal, onde as paredes estão repletas de pinturas (reproduções) e móveis originais da época. Para manter o fluxo de visitantes, o tempo de permanência em cada cômodo é restrito, mas, mesmo assim, conseguimos admirar vários detalhes espalhados pela casa.
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Além da sala, outro ambiente que chama a atenção é a cozinha, com sua belíssima decoração em tons de azul, que também aparece em outros espaços da casa. Fiquei imaginando como deveria ter sido a tranquilidade de viver ali quase 150 anos atrás, cercado pela natureza que inspirou tantas obras-primas.
Retorno a Paris: Finalizando o Bate e Volta a Giverny
Nossa visita à Casa e aos Jardins de Monet durou cerca de duas horas, na minha opinião, tempo suficiente para explorar os ambientes e apreciar cada detalhe. Depois, iniciamos o caminho de volta para Paris.
Pegamos novamente o shuttle até a estação Vernon-Giverny e, nas máquinas de autoatendimento, compramos os bilhetes para o próximo trem regional de retorno a Paris. Antes de embarcar, aproveitamos para passar em uma padaria local, onde compramos algumas quiches para lanchar durante a viagem.
O trajeto de volta foi tranquilo e agradável, e sem dúvida, fazer esse bate e volta a Giverny saindo de Paris valeu muito a pena. Para quem deseja conhecer um dos lugares mais encantadores da Normandia, a visita à Casa de Monet é uma experiência que vale colocar no roteiro.
Ingressos e Transporte para Giverny
Para evitar imprevistos, compramos os ingressos antecipadamente no site oficial do museu (€12 por pessoa), já que em determinadas épocas do ano eles costumam esgotar rapidamente. Vale salientar que a Casa-Museu e os Jardins só estão abertos para visitação entre abril e novembro.
Na manhã da visita, saímos cedo e fomos até a estação Saint-Lazare, onde compramos, nas máquinas de autoatendimento, o bilhete do trem regional para Vernon-Giverny (€17,20 por pessoa, só ida). A viagem durou pouco mais de uma hora e, apesar da presença de muitos turistas, o trem estava tranquilo. A paisagem vai ficando bucólica, certa hora os trilhos margeiam um quase selvagem Rio Sena, a tumultuada Paris, definitivamente fica para trás.
Ao chegarmos na estação de Vernon-Giverny, seguimos as placas indicativas até o ponto onde partem os ônibus de traslado para a Casa de Monet, um dos pontos turísticos mais famosos da região. Essa parte foi um pouco desorganizada, confesso. As filas estavam longas e sem orientação, os próprios motoristas vendiam os bilhetes do shuttle (€10 por pessoa, ida e volta), o que, acredito, gerou certa lentidão na dinâmica. No entanto, depois de um tempo de espera, conseguimos embarcar em um dos ônibus de traslado e seguir viagem até a entrada dos Jardins de Monet.
Visitando os Jardins e a Casa-Museu de Claude Monet
Como já era primavera em Giverny, os jardins estavam floridos e impecavelmente bem cuidados. A sensação era de estar caminhando por uma pintura impressionista, cercados pelas cores que inspiraram Claude Monet em suas obras.
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No entanto, o local estava bastante movimentado – turistas, moradores locais e até excursões escolares lotavam os jardins. Pelo visto, muitos tiveram a mesma ideia de aproveitar a sexta-feira ensolarada para conhecer esse destino no interior da França. Apesar da quantidade de visitantes, a beleza do lugar compensou qualquer possível desconforto com a lotação.
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O emblemático jardim de Giverny, que serviu de inspiração para inúmeras obras de Claude Monet, possui fortes influências japonesas. Esse toque oriental é evidente na presença da ponte ao estilo nipônico, nos bosques de bambu e na integração harmoniosa da água com a paisagem.
Uma curiosidade: Monet era fascinado pelo reflexo das nuvens, plantas e flores no espelho d’água, e essa admiração deu origem à sua icônica série de pinturas "Nymphéas" (Nenúfares). Inspirada no lago do jardim, essa coleção conta com cerca de 250 obras, atualmente espalhadas por museus ao redor do mundo.
Seguindo as placas indicativas para "Maison" (Casa), fomos conduzidos até a entrada da residência onde viveu Claude Monet por 43 anos (1883-1926). Devido à limitação de visitantes no interior da casa, formou-se mais uma fila de espera. No entanto, o ambiente é tão agradável que o tempo de espera passa quase despercebido, rodeados por turistas do mundo todo ansiosos para conhecer esse lugar histórico.
Ao entrarmos, começamos a visita pela sala principal, onde as paredes estão repletas de pinturas (reproduções) e móveis originais da época. Para manter o fluxo de visitantes, o tempo de permanência em cada cômodo é restrito, mas, mesmo assim, conseguimos admirar vários detalhes espalhados pela casa.
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Além da sala, outro ambiente que chama a atenção é a cozinha, com sua belíssima decoração em tons de azul, que também aparece em outros espaços da casa. Fiquei imaginando como deveria ter sido a tranquilidade de viver ali quase 150 anos atrás, cercado pela natureza que inspirou tantas obras-primas.
Retorno a Paris: Finalizando o Bate e Volta a Giverny
Nossa visita à Casa e aos Jardins de Monet durou cerca de duas horas, na minha opinião, tempo suficiente para explorar os ambientes e apreciar cada detalhe. Depois, iniciamos o caminho de volta para Paris.
Pegamos novamente o shuttle até a estação Vernon-Giverny e, nas máquinas de autoatendimento, compramos os bilhetes para o próximo trem regional de retorno a Paris. Antes de embarcar, aproveitamos para passar em uma padaria local, onde compramos algumas quiches para lanchar durante a viagem.
O trajeto de volta foi tranquilo e agradável, e sem dúvida, fazer esse bate e volta a Giverny saindo de Paris valeu muito a pena. Para quem deseja conhecer um dos lugares mais encantadores da Normandia, a visita à Casa de Monet é uma experiência que vale colocar no roteiro.
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